top of page

Valete de Ouros: significado da carta de tarot

the world_edited.jpg

Mensagens:


  • aprendizagem

  • concentração

  • oportunidade nova

  • sentido prático

  • começo

  • seriedade

  • concretização

  • competência

  • consciência do dinheiro

  • boa notícia

  • planeamento

  • paciência

  • estabilidade

  • curiosidade

  • o comprovável

  • acumulação

  • investimento

  • sentido da realidade

  • avanço lento

  • alicerce

  • comprovação

  • mensagem

  • primeiro passo

  • sem pressa

  • semente

Um disco levantado à altura dos olhos

Sozinho num campo aberto há um jovem que segura um disco dourado com ambas as mãos, levantado exatamente à altura dos seus olhos, a examiná-lo. Não caminha e não o emprega em nada: limita-se a olhá-lo. Sob os seus pés há erva verde, ao longe vê-se terra lavrada e umas árvores baixas, e o céu resulta claro. A sua roupa é verde com vermelho e na cabeça leva um chapéu mole. A terra que o rodeia já está trabalhada, ou seja, alguém se ocupou dela antes dele. Sob os seus pés há erva verde e ao longe vê-se terra lavrada. A imagem inteira resulta tranquila, concreta e carente de dramatismo. A imagem inteira resulta tranquila, concreta e carente de dramatismo. Na correspondência de elementos é terra em terra, ou seja, a forma mais pura deste naipe e a mais afastada de toda a pressa. Nada nesta carta tem pressa, e nisso se distingue da seguinte. A terra que o rodeia já está trabalhada, ou seja, alguém se ocupou dela antes dele.

A salamandra ausente e o disco inteiro

Aqui tudo assinala o mesmo: examina-se e não se utiliza. Não guardou o disco no bolso nem o gastou, mas levantou-o para o ver, e esse movimento indica que a tarefa desta etapa consiste em compreender e não em empregar. A terra em terra significa a ausência de todo elemento que suavize: nem a pressa do fogo, nem a agitação da água, nem a análise do ar, mas uma única substância. Por isso a sua concentração resulta ao mesmo tempo limpa e desajeitada. Estar junto a um campo lavrado significa que o começo o prepararam outros e que a ele lhe corresponde recebê-lo. O valete constitui na ordem das figuras a forma menor do elemento, e por isso aporta vontade de aprender e não capacidade de executar. Nas cartas numéricas corresponde-lhe o ás deste naipe como oportunidade concreta, ao passo que aqui recai sobre uma pessoa. O chapéu mole indica que nesta etapa não fazem falta nem um título nem a sua aparência. A terra em terra significa a ausência de todo elemento que suavize. Por isso a sua concentração resulta ao mesmo tempo limpa e desajeitada.

Começar por uma competência comprovável

O que esta carta propõe com mais clareza é ocupar-se de uma competência que admita comprovação. Não de uma melhoria geral de si próprio mas de algo que tenha medida: um curso, um certificado, um ofício ou o manejo de uma ferramenta concreta. O critério resulta tangível: se o avanço pode comprovar-se, visto que é o comprovável que se acumula. Convém escolher um começo tão pequeno que o primeiro fruto apareça em semanas e não em anos. A regra deste naipe é a acumulação, e a acumulação precisa de um começo e não de uma envergadura. É o comprovável que se acumula. Não se trata de uma melhoria geral de si próprio mas de algo que tenha medida. Um curso, um certificado ou o manejo de uma ferramenta concreta servem igualmente. O importante é que o primeiro fruto apareça em semanas. Quem espera por condições adequadas encontra-se um ano depois exatamente na mesma situação. O critério resulta tangível: se o avanço pode comprovar-se. A regra deste naipe é a acumulação, e a acumulação precisa de um começo e não de uma envergadura.

Um olhar sério ao dinheiro

Esta carta assinala muitas vezes o primeiro encontro real com os assuntos económicos: o primeiro registo efetivo dos gastos, o primeiro conhecimento exato de para onde vai o dinheiro ou a primeira poupança constante. Esses assuntos não resultam complicados e adiam-se não por dificuldade mas por falta de vontade de olhar. Por isso o primeiro passo consiste no próprio olhar: anotam-se os gastos dos três meses anteriores sem os avaliar e sem os classificar. A maioria descobre assim duas ou três fendas que antes não notava. Esses assuntos não resultam complicados e adiam-se por falta de vontade de olhar. Anotam-se os gastos dos três meses anteriores sem os avaliar. O primeiro passo consiste no próprio olhar. O disco levantado à altura dos olhos é precisamente a imagem dessa ação. A maioria descobre assim duas ou três fendas que antes não notava.

Aceitar ser principiante

Este jovem ainda não tem destreza, e isso não constitui um defeito do desenho mas a descrição da etapa. O valete aporta atenção e não mestria, perguntas e não respostas. A quem trabalha há anos no seu campo propõe-se aceitar ser mau em algo novo. Essa pessoa sabe que aspeto tem a mestria e o que ocorre não se lhe parece. A quem trabalha há anos no seu campo, esta carta propõe aceitar ser mau em algo novo. O desconforto resulta aqui de um género particular, visto que essa pessoa sabe que aspeto tem a mestria e o que ocorre não se lhe parece. As primeiras semanas atravessam-se sem emitir juízos precoces sobre o resultado. O principiante possui além disso uma vantagem que o perito perdeu: ainda não decidiu o que resulta impossível. O desconforto pertence à etapa e não às capacidades. O valete aporta atenção e não mestria, perguntas e não respostas.

1
3
5 usd
6
7
8
9

Uma notícia que parece menor

O valete liga-se na tradição às mensagens, e por isso esta carta vem acompanhada muitas vezes de uma oferta tangível: um posto de trabalho, um convite a formar-se, um rendimento pequeno ou uma proposta de colaboração. A propriedade dessas oportunidades consiste em que não parecem grandes e exigem investimento antes de mostrarem o seu valor. Não se recusam pelo seu tamanho, visto que as coisas deste naipe crescem desde o pequeno. As condições comprovam-se com exatidão antes de aceitar, já que este naipe recompensa a precisão e não o entusiasmo. O valor de uma oportunidade mede-se também pelo que abre e não apenas pelo que dá hoje. As condições comprovam-se com exatidão antes de aceitar. Este naipe recompensa a precisão e não o entusiasmo. As oportunidades deste naipe não parecem grandes e exigem investimento antes de mostrarem o seu valor. Não se recusam pelo seu tamanho, visto que aqui as coisas crescem desde o pequeno.

A lentidão está permitida

A esta posição acompanha-a uma inquietação frequente: a sensação de que os outros já avançaram. O naipe da terra é o mais lento dos quatro, visto que se ocupa daquilo que precisa de tempo para começar a funcionar. Por isso a comparação por velocidade carece aqui de sentido, já que os pontos de partida, as circunstâncias e os prazos diferem em cada caso. A única comparação útil é com a própria situação de há três meses. O fruto neste naipe começa a aparecer depois do oito e não antes. Aceita-se que esta etapa não mostrará resultados visíveis. O campo está lavrado e a semente continua na mão. Aceita-se que esta etapa não mostrará resultados visíveis, já que o fruto neste naipe começa a aparecer depois do oito e não antes. O campo está lavrado e a semente continua na mão. A única comparação útil é com a própria situação de há três meses.

Onde se reconhece este valete

Costuma tratar-se de alguém jovem ou novo no seu ofício, sério, disposto a aprender, de trabalho constante e ainda sem domínio. Formula as perguntas básicas e leva os encargos a sério. Ao lidar com essa pessoa dão-se-lhe tarefas concretas e medidas claras, visto que precisa de algo executável e não de palavras de ânimo. A quem couber esta descrição convém saber que semelhante solidez resulta pouco frequente na maioria dos sítios e que apenas lhe falta velocidade e experiência de juízo. A seguir chega o cavaleiro, onde essa mesma solidez se transforma em constância prolongada. Semelhante solidez resulta pouco frequente na maioria dos sítios. Apenas lhe falta velocidade e experiência de juízo.

Comentários

bottom of page